Calmaria perigosa...

Quem já parou de fumar por uns tempos, certamente viveu esta experiência: você se encontra totalmente seguro de que está livre do cigarro e, de repente, uma situação qualquer dispara uma vontade tremenda, um impulso incontrolável de fumar. Uma festa, um encontro com amigos. Num descuido incrível, parece que sua sentinela interior, sentou-se para relaxar e... fumar um cigarro.
Pode ser uma carteira deixada por alguém em cima da mesa. O isqueiro do lado. E num segundo, você não consegue controlar a terrível vontade de pegar um, acender, tirar uma longa tragada.
Esse risco é maior quanto maior for sua tranqüilidade em relação ao vício que você supõe abandonado no passado.
Percebem porque tenho que estar muito atento?
Para combater esse inimigo invisível (eu mesmo e minha autoconfiança), estou planejando mudanças para o Cigarro e Silêncio. Acho que está na hora de reforçar algumas decisões e adotar uma linha mais combativa. Aguardem!
E apareçam!
Escrito por Artemus às 16h01
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A maior calma...

Nunca me senti tão tranqüilo em relação ao cigarro. Parece que toda a memória da nicotina desapareceu. A ansiedade, o medo de não resistir a determinados ambientes e situações... Hoje, posso dizer com firmeza que nunca estive tão distante do cigarro. Exceto, é claro, antes de fumar o primeiro, há muitos anos.
Estou me sentindo poderoso em relação à minha vontade. Como se nada pudesse abalar minha determinação de não fumar. Para ser sincero, o cigarro me é absolutamente indiferente.
Caramba, não tiro uma tragada há mais de um ano... Ou seja, está na hora de tomar cuidado, muito cuidado.
Mas, por enquanto, deixem eu curtir meu barquinho navegando nas águas mais calmas do mundo. É muito bom se sentir livre.
Escrito por Artemus às 15h27
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Alegrias e desafios à vista...

Muito bem, se ninguém conta novidades, lá vou eu. Vocês estão vendo uma panorâmica da última grande enchente de Flores de Goiás, uma cidade do Vale do rio Paranã, nordeste goiano. Olhando com mais atenção, encontrarão uma seta amarela indicando uma casinha que tem sobrevivido aos últimos 30 anos de cheias. Ou mais... É lá que vou me esconder de vez em quando.
Os tempos estão mudando até para Flores. Uma represa foi construída para impedir novas inundações. Se bem que o rio Paranã (não confundir com Paraná!!) não está muito convencido disso e, só para marcar presença, levou a represa junto nesta cheia que vocês estão vendo. Isso foi em 2004. Dizem que a represa foi reforçada. O rio ouve as notícias e boceja, entediado. Na próxima estação das águas ele decide o que fazer...
Passei momentos fantásticos pescando nesse rio. Agora estamos voltando “de mala e cuia”. Estou precisando de um lugar para passar uns fins de semana. Julia, meu “cacho” (namorada, companheira de pescaria, mãe das minhas crias, cúmplice...) também está animada.
E lá vamos nós para os grandes finais de tarde do Paranã, que eu acompanhava com um palheiro entre os dedos. Aproxima-se o maior desafio de minha vida de não fumante.
Vou contando as novidades. A propósito, as águas já baixaram. Até o ano que vem, pelo menos.
Escrito por Artemus às 08h37
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Silêncio eloqüente

Pessoal, o silêncio dos blogs está começando a me incomodar. Tudo bem que as férias de final de ano mudam o ritmo, mas parece que todo mundo está calado ao mesmo tempo. Isso costuma não ser bom sinal...
Dêem notícias, postem qualquer coisinha, só para colocar o mundo em movimento.
Uma preocupação especial é com o Leumas. Alguém sabe me dizer o que aconteceu com o Faísca e Fumaça? Não consigo acessá-lo...
Leumas, cadê você, rapaz??
Escrito por Artemus às 14h49
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